Foram encontrados 29 livros
Volumes:
1 Darwin a origem das espécies
2 Maquiavel Príncipe e o escritor políticos3 Freud a interpretação dos sonhos
4 Adam Smith riqueza das nações
5 Platão apologia de Sócrates o banquete e Fedro
6 descartes discurso sobre o método e princípios da filosofia
7 Thomas more A utopia
8 Kant a metafísica dos costumes
9 Isaac Newton princípios matemáticos de filosofia natural
10 Mao tse Tung o livro vermelho
11 Aristóteles a política
12 santo Agostinho confissões
13 Karl Marx o capital
14 Rousseau do contrato social
15 Pascal pensamentos
16 Alexis de tocqueville a democracia é na América
17 Voltaire Cândido ou o otimismo
18 Bíblia sagrada
19 alcorão sagrado
20 discursos que mudaram o mundo vários autores
Inclui bibliografia, glossário de símbolos, apêndice de tabelas e índice analítico.
A coleção Clássicos da Literatura Juvenil foi lançada em 1971 pela Abril Cultural. Editada a cada quinzena, a coleção apresentava releituras de narrativas universais, repletas de aventura, drama e mistério, feitas para encantar o jovem leitor, e seu último volume foi lançado já no ano de 1973.
A lista completa da coleção:
01- A Ilha do Tesouro – Robert Louis Stevenson
02- O Conde de Monte Cristo – Alexandre Dumas
03- Aventuras de Tom Sawyer – Mark Twain
04- Os Três Mosqueteiros – Alexandre Dumas
05- Dom Quixote – Miguel de Cervantes
06- Alice no País das Maravilhas/ Alice no País do Espelho – Lewis Carroll
07- O Último dos Moicanos – James Fenimore Cooper
08- David Copperfield – Charles Dickens
09- O Capitão Tormenta – EmiIílio Salgari
10- Odisseia – Homero (do texto em inglês de Alfred J. Church )
11- Ben-Hur – Lewis Wallace
12- Aventuras de Huck – Mark Twain
13- Beleza Negra – Anna Sewell
14- Robin Hood
15- Sem Família – Hector Henri Malot
16- Mulherzinhas – Louisa May Alcott)
17- Ivanhoé – Walter Scott
18- Os Patins de Prata – Mary Mapes Dodge
19- Viagem ao Centro da Terra – Julio Verne
20- Chamado Selvagem – Jack London
21- Robinson Crusoé – Daniel Defoe
22- 20.000 Léguas Submarinas – Julio Verne
23- A Filha do Capitão (A. S. Pushkin)
24- Robinson Suíço – Johann Rudolf Wyss
25- Caçadores de Cavalos – Zane Grey
26- Moby Dick – Herman Melville
27- O príncipe e o Mendigo – Mark Twain
28- Nevada – Zane Grey
29- Aventuras de um petroleiro – Richard Armstrong
30- A rapaziada de Jô – Louisa May Alcott
31- A volta ao Mundo em 80 Dias – Julio Verne
32- Viagens de Gulliver – Jonathan Swift
33- Raptado – Robert Louis Stevenson
34- As Mil e Uma Noites
35- Rei Artur e Seus Cavaleiros
36- O Corsário Negro – EmIlio Salgari
37- Os irmãos Corsos – Alexandre Dumas
38- O Pequeno Lorde – Frances Hodgson Burnett
39- Winnetou – Karl May
40- Heidi – Johanna Spyri
41- O Máscara de Ferro – Alexandre Dumas
42- Os Piratas da Malásia – Emílio Salgari
43- Carlos Magno e Seus Cavaleiros
44- A Ilha Misteriosa – Júlio Verne
45- Os Trabalhadores do Mar – Victor Hugo
46- O Corcunda de Notre-Dame – Victor Hugo
47- A pequena Fadette – George Sand
48- Oliver Twist – Charles Dickens
49- O Capitão Fracasso – Theóphile Gautier
50- Tom Jones – Henri Fielding
A obra, escrita por grandes intelectuais brasileiros, traz uma abordagem interessante sobre um fenômeno que se instalou no Brasil, que os autores chamam de cultura das transgressões. As leis existem para serem respeitadas e seguidas, mas devido a vários fatores, entre eles a impunidade e a informalidade no País, transgredir as leis deixou de ser uma atitude incomum e passou a ser um hábito. A cultura das transgressões passou a fazer parte do dia-a-dia de muitas pessoas, nas mais diversas camadas da sociedade. Sendo assim, o livro traz as idéias e sugestões dos pensadores para acabar com essa cultura e trazer de volta a boa prática de agir com ética.
No final de 2008, bancos, advogados e um reduzido grupo de executivos da InBev trabalhavam em sigilo absoluto no plano de compra que transformaria a empresa resultante da combinação entre InBev e AB (Anheuser-Busch) em uma das quatro maiores empresas de consumo do mundo, atrás dos colossos Procter & Gamble, Coca-Cola e Nestlé.
A compra de um símbolo do capitalismo americano não seria apenas o maior negócio já fechado pelos brasileiros à frente da InBev, como transformaria de forma incontestável Carlos Brito, Marcel Telles, Jorge Paulo Lemann e Beto Sicupira nos empresários brasileiros com maior alcance global.
Tudo parecia estar sob controle até que o segredo vazou para o mundo no dia 23 de maio, quando o blog Alphaville, do jornal inglês Financial Times, publicou na internet a informação de que a InBev preparava uma oferta de 46 bilhões de dólares pela centenária companhia americana. A aquisição foi concluída por 52 bilhões de dólares, o maior valor pago por uma empresa de consumo até então.
O Rei mencionado no título é o rei das cervejas, o grupo Anheuser-Busch, dono da cervejaria mais poderosa da América, o fabricante da Budweiser. Este livro conta a história da operação de aquisição comandada pelo o grupo de brasileiros à frente da InBev, a cervejaria belgo-brasileira.
Um timing perfeito e uma série de eventos inesperados, incluindo a ajuda de membros da família que comandou o negócio por mais de um século, compõe o pano de fundo de uma sensacional história recém-acontecida no mundo dos negócios internacionais.
Julie MacIntosh, premiada jornalista que cobriu o takeover para o jornal Financial Times – que publicou o “furo” da notícia -, investigou e nos apresenta todos os detalhes do drama que se abateu sobre a Anheuser-Busch em 2008, mas foi em parte ofuscado pela enorme crise financeira norte-americana que afetou toda a economia global, perdendo apenas para a Grande Depressão.
Hoje, depois que a ‘poeira baixou’, muitos se têm questionado sobre como o “Rei das Cervejas” foi tão facilmente tomado por uma corporação estrangeira e até que ponto a queda da empresa espelha uma mudança na ordem que regulava o poderio econômico dos Estados Unidos e de suas grandes empresas.
As páginas deste livro levarão o leitor em uma viagem da evolução do pensamento econômico à iniciação à matemática financeira, passando pela antropologia, psicanálise e história antiga, em busca do embrião da moeda para relacionar as trocas entre as pessoas.
Fundamentada no ciclo de debates “Justiça e Economia”, promovido pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), esta obra reúne os argumentos dos mais reconhecidos especialistas na área ministros do Supremo Tribunal Federal, desembargadores, procuradores, advogados, economistas, empresários e pesquisadores, abordando temas como Segurança Jurídica e Desenvolvimento Econômico; Os Impactos Jurídicos das Decisões Econômicas e os Impactos Econômicos das Decisões Jurídicas e a Eficiência d a Justiça e sua Eficácia na Economia. Visões que apontam para um mesmo fim: a construção de um consenso que permita acelerar o desenvolvimento do Brasil.
Escrito quando Celso Furtado estava na universidade de Cambridge, Formação econômica do Brasil pretendia ser uma introdução à história econômica do Brasil, um afresco, como disse o autor, em que cada segmento tivesse o valor de uma sugestão. O livro foi além. Tornou-se um clássico da historiografia econômica e das ciências sociais. A tese de doutoramento sobre a economia colonial, defendida na Sorbonne em 1948, e o primeiro ensaio sobre a economia brasileira contemporânea, escrito no ano seguinte, são o ponto de partida do livro mais conhecido de Celso Furtado, publicado em 1959: Formação econômica do Brasil.
Ha um exemplar em capa dura também
Livro em Inglês
Seattle’s Central District was the largest enclave of African Americans in the Pacific Northwest. The once-thriving community now finds its very existence threatened by change, which is tearing apart the social fabric of their neighborhood. With few African Americans left in the Central District, can they overcome the course of change before their community and its rich history vanish? On the Brink tells a universal story of a struggle to hold on to a sense of community in the face of change, and finding hope in a time of despair.
A inflação acumulada nos quinze anos que antecederam o Plano Real foi de 13,3 trilhões por cento. O país teve cinco moedas entre 1986 e 1994, o que significou instabilidade de preços, indexações, congelamentos, confisco de poupança e insegurança geral. Passados vários anos, as novas gerações não têm noção do que foi o período da hiperinflação — e lembrar é preciso.
Antônio Palocci revela os bastidores da formulação da política econômica implantada em seus 1.181 dias à frente do Ministério da Fazenda Antônio Palocci, médico, ex-prefeito de Ribeirão Preto e deputado federal, não tinha qualquer experiência na área econômica ou no executivo federal quando foi convidado pelo recém-eleito presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério da Fazenda. A posse do primeiro trabalhador a conquistar o Palácio do Planalto era esperada com ansiedade pelos agentes econômicos. No dia da chegada de Lula a Brasília para assumir a presidência, o dólar estava cotado a 3,52 reais, a inflação a 12,53%, o risco-país a 1.435 e, em pleno curso, uma fuga de capitais e investimentos. Ao relatar seus 1.181 dias à frente do Ministério da Fazenda, no cargo que muitos consideram o segundo mais importante da República, Antônio Palocci revela os bastidores da definição da política econômica do primeiro governo do PT e do esforço para recuperar a credibilidade nacional e internacional. Relata também as disputas no centro do próprio governo, a relação com o presidente Lula e as delicadas negociações com a banca internacional e o FMI. Este livro é ainda a história daquele que foi, para muitos, um sucesso surpreendente.
Livro em Inglês
Over the last four decades, Dr. Vito Tanzi traveled frequently to Latin America in his professional capacity as an economist working for the International Monetary Fund and for other international organizations. During many trips, he observed ongoing economic and political developments, but, was also fascinated by the culture, history, and beauty of the region.
He believes that books written about Latin America don’t often convey the vitality, beauty, and diversity of the region. Therefore, he decided to write a book based upon his own observations and memories from his travels and work in several countries of Latin America.
A recente história econômica brasileira consegue, por vezes, ludibriar os observadores mais atentos – o processo inflacionário do pré e do pós-64, o “milagre” e sua crise, o retorno à estabilidade, a recessão de 1983 e a retomada do crescimento. A economia brasileira em marcha forçada é uma explicação da evolução do Brasil na crise do “milagre” até os momentos que antecederam a fase dos pacotes de estabilização econômica.