Economia

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DOUBLE YOUR PROFITS

DOUBLE YOUR PROFITS

Assunto: Economia
Ano: 1995
Autor(es): Bob Fifer
HISTORIA ECONOMICA GLOBAL

HISTORIA ECONOMICA GLOBAL

Assunto: Economia
Ano: 2019
Autor(es): ROBERT C ALLEN
CAMINHOS E DESCAMINHOS DA ESTABILIZAÇÃO

CAMINHOS E DESCAMINHOS DA ESTABILIZAÇÃO

Assunto: Economia
Ano: 2024
Autor(es): Afonso Celso Pastore

A reconstrução do Sistema Financeiro Global

Assunto: Economia
Ano: 2009
Autor(es): Martin Wolf

Livro do colunista-chefe de economia do Financial Times

Armário sala do computador
Localização

Análise do Capital de empresas

Assunto: Economia
Ano: 1952
Autor(es): Frederico Hermann Junior
Frederico Herrmann Júnior nasceu em São Paulo, em 3 de setembro de 1896, tendo sido registrado com o nome de Frederico Herrmann. O complemento de seu sobrenome (Júnior) apareceu muitos anos depois. Herrmann Júnior iniciou sua vida profissional na antiga Casa Bronberg, trabalhando ao lado de seu pai, João
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Frederico Herrmann. Foi nessa empresa que passaram a chamá-lo de Herrmann Júnior, como uma forma de não confundi-lo com seu pai.
No ano de 1917, Herrmann Júnior se diplomou no curso de perito-contador da renomada Escola de Comércio Álvares Penteado. No ano seguinte, 1918, iniciou suas atividades docentes, na própria Álvares Penteado, em função de um convite do Prof. Horácio Berlinck, onde atuou por quase 30 anos.
Em 1919, participou da fundação do Instituto Paulista de Contabilidade, hoje Sindicato dos Contabilistas de São Paulo, integrando a primeira diretoria dessa entidade, presidida pelo Prof. Francisco D’Auria. Posteriormente, viria a ser Presidente do Sindicato, por três vezes, em 1924, 1928 e 1932.
Em 1931 fundou, com os colegas Pedro Pedreschi e Iris Miguel Rotundo, a primeira finna de serviços contábeis de que se tem notícia em nosso País, sob a razão social de “Herrmann, Pedreschi & Cia.”, que foi dissolvida alguns anos após, para que os três sócios formassem suas próprias firmas, a “Soteca – Sociedade Técnica de Contabilidade e Auditoria”, a “Organização Nacional de Auditores” e a “Revisora Nacional – Peritos em Contabilidade”, todas com grandes serviços prestados, durante mais de meio século, ao prestígio e bom conceito da profissão.
Além disso, no campo profissional, Herrmann Júnior trabalhou na organização e reorganização de Contabilidades de várias empresas, como por exemplo: Mappin Stores, Companhia Brasileira de Material Ferroviário, Indústrias Klabin, Empresas Elétricas Brasileiras, Caixa Econômica Federal, Companhia Siderúrgica Nacional e Companhia Vale do Rio Doce.
Em 1932, tendo a Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado reiniciado suas atividades, interrompidas desde sua fundação, o Prof. Herrmann, então professor já consagrado e profissional de grande prestígio, não vacilou em matricular-se como aluno, formando-se em 1934, na primeira turma dessa Faculdade, para dela passar a participar como professor, logo em seguida. Também, em 1932, por ocasião da Revolução Constitucionalista, foi o Prof. Herrmann convidado a organizar o abastecimento das tropas revolucionárias, função que desempenhou com sua proverbial eficiência e dedicação.
Ainda em 1932, Herrmann Júnior publicou o livro “Tratado de Contabilidade Industrial”, iniciando a carreira de um dos mais importantes escritores contábeis nacionais. Em 1936, Herrmann Júnior publicou o livro “Contabilidade Teórica”, sendo que essa obra foi prefaciada pelo Prof. Horácio Berlinck. No prefácio da obra de Herrmann Júnior, que passou a se chamar “Contabilidade Superior” a partir da segunda edição publicada em 1946, Berlink afirma que é “completamente novo e fundado em notável conhecimento dos textos doutrinários, o livro do Professor Herrmann Júnior é o primeiro que, no Brasil, estuda, em face dos princípios científicos, a inclusão da Contabilidade no quadro geral das ciências”.
Além das obras já citadas, Herrmann Júnior escreveu os seguintes trabalhos: Padronização dos Balanços das Sociedades Anônimas (apresentado no Congresso Brasileiro de Contabilidade de 1934); Fundamentos e Aspectos Científicos da Contabilidade (Revista Economia Aziendal, 1937); Organização Racional do
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Controle Econômico e Financeiro nas Administrações Públicas (1938); Análise Econômica e Financeira do Capital das Empresas (1941); Custos Industriais – Organização Econômica e Financeira das Empresas Industriais (1943); Elementos de Administração (1945); Funções Específicas dos Municípios (1945); Reajustamento do Capital das Empresas (Tese aprovada no I Congresso Nacional de Economia); e, Organização Administrativa e contábil das Empresas Industriais (1945).
A Editora Atlas, da qual Herrmann Júnior foi um dos fundadores, publicou, em 1952, após sua morte, o livro “Ritmos Econômicos”, que reuniu diversos trabalhos publicados na Folha da Manhã, de São Paulo.
Logo após diplomar-se Bacharel em Ciências Econômicas, pela Facesp, em 1934, participou da fundação da Ordem dos Economistas de São Paulo, da qual foi presidente, de 1937 a 1941, tendo fundado a Revista de Ciências Econômicas, da qual foi diretor até seu falecimento. Dirigiu, também, por muitos anos, a Revista Paulista de Contabilidade, publicada pelo Sindicato dos Contabilistas de São Paulo.
Na Prefeitura de São Paulo, ocupou vários cargos de destaque, entre os quais os de Auditor, Diretor de Contabilidade e Secretário das Finanças do Município, cargo este que ocupava quando de seu prematuro e lamentado falecimento.
Em sua intensa e profícua atividade profissional, organizou ou reorganizou inúmeras grandes empresas, de São Paulo e de outros Estados, tendo sido, em 1941, convidado pelo Governo Getúlio Vargas a organizar a Cia. Siderúrgica Nacional, onde trabalhou até 1945.
No ano de 1944, foi um dos fundadores da Editora Atlas S.A., empresa editorial de grande sucesso, posteriormente administrada por seu ilustre filho, Dr. Luiz Herrmann, e que tem contribuído, de forma excepcional, para a difusão da cultura contábil e de ciências afins, hoje dirigida pelo seu neto Luiz Herrmann Jr.
Em termos doutrinários, Herrmann Júnior adotou uma postura contrária a teoria personalista de Cerboni, assumindo o patrimonialismo definido por Masi, como a corrente de pensamento que melhor traduziu o objeto de estudo da Contabilidade. Para Herrmann Júnior, o objeto da Contabilidade é o patrimônio e o fim o seu governo.
Segundo Hilário Franco (1947), Herrmann Jr foi grande inspirador da elevação da profissão contábil ao nível superior, sonho que infelizmente não viu realizado, pois essa aspiração somente se transformou em realidade pouco depois de sua prematura morte. Embora curta, a vida do Prof. Frederico Herrmann Júnior foi das mais ativas e profícuas para o desenvolvimento da profissão no Brasil, especialmente em razão da quantidade de obras que realizou, tanto no campo profissional como no educacional, cultural e literário. Além dos muitos livros publicados, escreveu também centenas de artigos para revistas especializadas e para grandes e prestigiosos jornais do País.
Antes de Frederico Herrmann Júnior não se conhecia no Brasil outra orientação contábil senão a ditada pela Escola Personalística, cujos benefícios para
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o desenvolvimento da nossa disciplina foi expressivo. Todavia, não se ressaltava, antes dele, os caracteres científicos da Contabilidade, assim como não se falava em análise de balanços nem em racionalização do trabalho.
Além disso, ele tornou acessíveis aos estudiosos da nossa disciplina os verdadeiros princípios científicos da Contabilidade, espargindo sobre nós as luzes dos grandes mestres italianos. O seu valor está precisamente na capacidade de escolha da Escola e da orientação que deveria seguir e na transplantação, para a nossa Pátria, do pensamento dos grandes mestres, o que contribuiu para a renovação de nossos fossilizados conceitos sobre a teoria contábil.
Acompanhou o pensamento de Fabio Besta, que criou uma doutrina evolucionista de organização, aplicando ao desenvolvimento aziendal as idéias de Herber Spencer sobre evolução e progresso.
Foi Frederico Herrmann Júnior, em seu livro Contabilidade Teórica, um desbravador da teoria econômico-social e quem primeiro semeou a orientação da Escola da Economia Aziendal, aceita hodiernamente em substituição aos princípios esposados pela Escola Personalística, que vê apenas o aspecto jurídico do patrimônio. Esta escola esqueceu o aspecto econômico do patrimônio, irrefutavelmente mais importante, ressaltado mais tarde pela Escola da Economia Aziendal, que injetou nas organizações modernas um pensamento econômico-contábil.
Dessa forma, Herrmann Jr, foi, indubitavelmente, um dos principais escritores e pensadores brasileiros sobre Contabilidade, Racionalização do Trabalho e Administração, sem se falar; ainda, de sua extraordinária capacidade profissional, do que é prova o grande número de elevados cargos que ocupou, além de farta bibliografia deixada, versando os mais variados assuntos econômicos e técnico-contábeis.
Finalmente, Frederico Herrmann Júnior faleceu prematuramente, vítima de uma insuficiência cardíaca que o acompanhou durante toda a vida. Herrmann Júnior morreu em São Paulo, em 18 de maio de 1946 representando, para o Brasil, a perda de uma de suas mais ilustres personalidades e, para a Contabilidade, a interrupção de uma das mais brilhantes e promissoras carreiras de toda a história de nossa profissão.

Análise Estatística e Processo Decisório

Assunto: Economia
Ano: 1978
Autor(es): Peters & Summers

Inclui bibliografia, glossário de símbolos, apêndice de tabelas e índice analítico.

As Grandes Equações – a História Das Fórmulas Matemáticas Mais Importantes e Os Cientistas Que As Criaram

Assunto: Economia
Ano: 2011
Autor(es): Robert Crease

Robert  Crease conta a história das equações mais importantes do Ocidente, de seus engenhosos criadores – nomes como Pitágoras, Newton, Euler, Maxwell, Einstein, Schrödinger, Heisenberg – e suas dúvidas, embates, frustrações e alegrias.

Cultura das transgressões no Brasil

Assunto: Economia
Ano: 2012
Autor(es): Celso Lafer/Marcílio Marques Moreira e outros

A obra, escrita por grandes intelectuais brasileiros, traz uma abordagem interessante sobre um fenômeno que se instalou no Brasil, que os autores chamam de cultura das transgressões. As leis existem para serem respeitadas e seguidas, mas devido a vários fatores, entre eles a impunidade e a informalidade no País, transgredir as leis deixou de ser uma atitude incomum e passou a ser um hábito. A cultura das transgressões passou a fazer parte do dia-a-dia de muitas pessoas, nas mais diversas camadas da sociedade. Sendo assim, o livro traz as idéias e sugestões dos pensadores para acabar com essa cultura e trazer de volta a boa prática de agir com ética.

Dinheiro, deuses e poder

Assunto: Economia
Ano: 2011
Autor(es): Noenio Spinola

As páginas deste livro levarão o leitor em uma viagem da evolução do pensamento econômico à iniciação à matemática financeira, passando pela antropologia, psicanálise e história antiga, em busca do embrião da moeda para relacionar as trocas entre as pessoas.

Direito e economia

Assunto: Economia
Ano: 2008
Autor(es): Artigos Etco/Oscar Pilagallo

Fundamentada no ciclo de debates “Justiça e Economia”, promovido pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), esta obra reúne os argumentos dos mais reconhecidos especialistas na área ministros do Supremo Tribunal Federal, desembargadores, procuradores, advogados, economistas, empresários e pesquisadores, abordando temas como Segurança Jurídica e Desenvolvimento Econômico; Os Impactos Jurídicos das Decisões Econômicas e os Impactos Econômicos das Decisões Jurídicas e a Eficiência d a Justiça e sua Eficácia na Economia. Visões que apontam para um mesmo fim: a construção de um consenso que permita acelerar o desenvolvimento do Brasil.

Formação Econômica do Brasil

Assunto: Economia
Ano: 1959
Autor(es): Celso Furtado

Escrito quando Celso Furtado estava na universidade de Cambridge, Formação econômica do Brasil pretendia ser uma introdução à história econômica do Brasil, um afresco, como disse o autor, em que cada segmento tivesse o valor de uma sugestão. O livro foi além. Tornou-se um clássico da historiografia econômica e das ciências sociais. A tese de doutoramento sobre a economia colonial, defendida na Sorbonne em 1948, e o primeiro ensaio sobre a economia brasileira contemporânea, escrito no ano seguinte, são o ponto de partida do livro mais conhecido de Celso Furtado, publicado em 1959: Formação econômica do Brasil.

 

Ha um exemplar em capa dura também

História da Ordem dos Economistas de São Paulo

Assunto: Economia
Ano:
Autor(es): Gazeta Mercantil

História econômica do Brasil

Assunto: Economia
Ano: 1970
Autor(es): Caio Prado Jr.
Poucos livros contribuíram de maneira tão decisiva para a compreensão em profundidade das grandes questões nacionais quanto História Econômica do Brasil, de Caio Prado Jr.Produto de um esforço precursor de interpretação da história brasileira sob um ponto de vista marxista, ele inaugurou uma nova etapa da vida intelectual do país. Hoje, passados quase cinqüenta anos de sua primeira edição, História Econômica do Brasil – que recebeu uma versão atualizada em 1970 – continua a ser um livro indispensável para o entendimento das características estruturais da sociedade brasileira, dos dilemas que herdamos do passado e dos possíveis caminhos de sua superação.

Introdução à Análise Econômica

Assunto: Economia
Ano: 1972
Autor(es): Samuelson

No Brasil, essa obra vem sendo divulgada pela Agir, que acaba de lançar sua oitava edição, correspondente à nona edição americana.  Inclui, de forma geral, o que é visto nos
cursos tradicionais de economia: microeconomia, macroeconomia, comércio internacional, moeda e bancos e crescimento econômico.

 

Introdução à Economia Moderna

Assunto: Economia
Ano:
Autor(es): Heinz Kohler

O capital

Assunto: Economia
Ano: 2014
Autor(es): Karl Marx - Paul Lafargue e Abguar Bastos (preparadores)

Compilação dos trechos essenciais da obra de Karl Marx sobre o funcionamento do capitalismo, com o objetivo de facilitar o entendimento sem perder sua profundidade.Uma edição elogiada pelo próprio Marx.

On the brink

Assunto: Economia
Ano: 2019
Autor(es): Henry M. Paulson, Jr.

Livro em Inglês

 

Seattle’s Central District was the largest enclave of African Americans in the Pacific Northwest. The once-thriving community now finds its very existence threatened by change, which is tearing apart the social fabric of their neighborhood. With few African Americans left in the Central District, can they overcome the course of change before their community and its rich history vanish? On the Brink tells a universal story of a struggle to hold on to a sense of community in the face of change, and finding hope in a time of despair.

Organizaçao Econômica e Financeira

Assunto: Economia
Ano: 2007
Autor(es): Frederico Hermann Junior

Saga brasileira

Assunto: Economia
Ano: 2019
Autor(es): Miriam Leitão

A inflação acumulada nos quinze anos que antecederam o Plano Real foi de 13,3 trilhões por cento. O país teve cinco moedas entre 1986 e 1994, o que significou instabilidade de preços, indexações, congelamentos, confisco de poupança e insegurança geral. Passados vários anos, as novas gerações não têm noção do que foi o período da hiperinflação — e lembrar é preciso.

Sobre formigas e cigarras

Assunto: Economia
Ano: 2007
Autor(es): Antônio Palocci

Antônio Palocci revela os bastidores da formulação da política econômica implantada em seus 1.181 dias à frente do Ministério da Fazenda Antônio Palocci, médico, ex-prefeito de Ribeirão Preto e deputado federal, não tinha qualquer experiência na área econômica ou no executivo federal quando foi convidado pelo recém-eleito presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério da Fazenda. A posse do primeiro trabalhador a conquistar o Palácio do Planalto era esperada com ansiedade pelos agentes econômicos. No dia da chegada de Lula a Brasília para assumir a presidência, o dólar estava cotado a 3,52 reais, a inflação a 12,53%, o risco-país a 1.435 e, em pleno curso, uma fuga de capitais e investimentos. Ao relatar seus 1.181 dias à frente do Ministério da Fazenda, no cargo que muitos consideram o segundo mais importante da República, Antônio Palocci revela os bastidores da definição da política econômica do primeiro governo do PT e do esforço para recuperar a credibilidade nacional e internacional. Relata também as disputas no centro do próprio governo, a relação com o presidente Lula e as delicadas negociações com a banca internacional e o FMI. Este livro é ainda a história daquele que foi, para muitos, um sucesso surpreendente.

The charm of Latin America

Assunto: Economia
Ano: 2009
Autor(es): Vitor Tanzi

Livro em Inglês

 

Over the last four decades, Dr. Vito Tanzi traveled frequently to Latin America in his professional capacity as an economist working for the International Monetary Fund and for other international organizations. During many trips, he observed ongoing economic and political developments, but, was also fascinated by the culture, history, and beauty of the region.

He believes that books written about Latin America don’t often convey the vitality, beauty, and diversity of the region. Therefore, he decided to write a book based upon his own observations and memories from his travels and work in several countries of Latin America.

A economia brasileira em marcha forçada

Assunto: Economia
Ano: 2008
Autor(es): Antonio Barros de Castro e Francisco Eduardo Pires de Souza

A recente história econômica brasileira consegue, por vezes, ludibriar os observadores mais atentos – o processo inflacionário do pré e do pós-64, o “milagre” e sua crise, o retorno à estabilidade, a recessão de 1983 e a retomada do crescimento. A economia brasileira em marcha forçada é uma explicação da evolução do Brasil na crise do “milagre” até os momentos que antecederam a fase dos pacotes de estabilização econômica.