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Livro do colunista-chefe de economia do Financial Times
Inclui bibliografia, glossário de símbolos, apêndice de tabelas e índice analítico.
Robert Crease conta a história das equações mais importantes do Ocidente, de seus engenhosos criadores – nomes como Pitágoras, Newton, Euler, Maxwell, Einstein, Schrödinger, Heisenberg – e suas dúvidas, embates, frustrações e alegrias.
A obra, escrita por grandes intelectuais brasileiros, traz uma abordagem interessante sobre um fenômeno que se instalou no Brasil, que os autores chamam de cultura das transgressões. As leis existem para serem respeitadas e seguidas, mas devido a vários fatores, entre eles a impunidade e a informalidade no País, transgredir as leis deixou de ser uma atitude incomum e passou a ser um hábito. A cultura das transgressões passou a fazer parte do dia-a-dia de muitas pessoas, nas mais diversas camadas da sociedade. Sendo assim, o livro traz as idéias e sugestões dos pensadores para acabar com essa cultura e trazer de volta a boa prática de agir com ética.
As páginas deste livro levarão o leitor em uma viagem da evolução do pensamento econômico à iniciação à matemática financeira, passando pela antropologia, psicanálise e história antiga, em busca do embrião da moeda para relacionar as trocas entre as pessoas.
Fundamentada no ciclo de debates “Justiça e Economia”, promovido pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), esta obra reúne os argumentos dos mais reconhecidos especialistas na área ministros do Supremo Tribunal Federal, desembargadores, procuradores, advogados, economistas, empresários e pesquisadores, abordando temas como Segurança Jurídica e Desenvolvimento Econômico; Os Impactos Jurídicos das Decisões Econômicas e os Impactos Econômicos das Decisões Jurídicas e a Eficiência d a Justiça e sua Eficácia na Economia. Visões que apontam para um mesmo fim: a construção de um consenso que permita acelerar o desenvolvimento do Brasil.
Escrito quando Celso Furtado estava na universidade de Cambridge, Formação econômica do Brasil pretendia ser uma introdução à história econômica do Brasil, um afresco, como disse o autor, em que cada segmento tivesse o valor de uma sugestão. O livro foi além. Tornou-se um clássico da historiografia econômica e das ciências sociais. A tese de doutoramento sobre a economia colonial, defendida na Sorbonne em 1948, e o primeiro ensaio sobre a economia brasileira contemporânea, escrito no ano seguinte, são o ponto de partida do livro mais conhecido de Celso Furtado, publicado em 1959: Formação econômica do Brasil.
Ha um exemplar em capa dura também
No Brasil, essa obra vem sendo divulgada pela Agir, que acaba de lançar sua oitava edição, correspondente à nona edição americana. Inclui, de forma geral, o que é visto nos
cursos tradicionais de economia: microeconomia, macroeconomia, comércio internacional, moeda e bancos e crescimento econômico.
Compilação dos trechos essenciais da obra de Karl Marx sobre o funcionamento do capitalismo, com o objetivo de facilitar o entendimento sem perder sua profundidade.Uma edição elogiada pelo próprio Marx.
Livro em Inglês
Seattle’s Central District was the largest enclave of African Americans in the Pacific Northwest. The once-thriving community now finds its very existence threatened by change, which is tearing apart the social fabric of their neighborhood. With few African Americans left in the Central District, can they overcome the course of change before their community and its rich history vanish? On the Brink tells a universal story of a struggle to hold on to a sense of community in the face of change, and finding hope in a time of despair.
A inflação acumulada nos quinze anos que antecederam o Plano Real foi de 13,3 trilhões por cento. O país teve cinco moedas entre 1986 e 1994, o que significou instabilidade de preços, indexações, congelamentos, confisco de poupança e insegurança geral. Passados vários anos, as novas gerações não têm noção do que foi o período da hiperinflação — e lembrar é preciso.
Antônio Palocci revela os bastidores da formulação da política econômica implantada em seus 1.181 dias à frente do Ministério da Fazenda Antônio Palocci, médico, ex-prefeito de Ribeirão Preto e deputado federal, não tinha qualquer experiência na área econômica ou no executivo federal quando foi convidado pelo recém-eleito presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério da Fazenda. A posse do primeiro trabalhador a conquistar o Palácio do Planalto era esperada com ansiedade pelos agentes econômicos. No dia da chegada de Lula a Brasília para assumir a presidência, o dólar estava cotado a 3,52 reais, a inflação a 12,53%, o risco-país a 1.435 e, em pleno curso, uma fuga de capitais e investimentos. Ao relatar seus 1.181 dias à frente do Ministério da Fazenda, no cargo que muitos consideram o segundo mais importante da República, Antônio Palocci revela os bastidores da definição da política econômica do primeiro governo do PT e do esforço para recuperar a credibilidade nacional e internacional. Relata também as disputas no centro do próprio governo, a relação com o presidente Lula e as delicadas negociações com a banca internacional e o FMI. Este livro é ainda a história daquele que foi, para muitos, um sucesso surpreendente.
Livro em Inglês
Over the last four decades, Dr. Vito Tanzi traveled frequently to Latin America in his professional capacity as an economist working for the International Monetary Fund and for other international organizations. During many trips, he observed ongoing economic and political developments, but, was also fascinated by the culture, history, and beauty of the region.
He believes that books written about Latin America don’t often convey the vitality, beauty, and diversity of the region. Therefore, he decided to write a book based upon his own observations and memories from his travels and work in several countries of Latin America.
A recente história econômica brasileira consegue, por vezes, ludibriar os observadores mais atentos – o processo inflacionário do pré e do pós-64, o “milagre” e sua crise, o retorno à estabilidade, a recessão de 1983 e a retomada do crescimento. A economia brasileira em marcha forçada é uma explicação da evolução do Brasil na crise do “milagre” até os momentos que antecederam a fase dos pacotes de estabilização econômica.